segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Bom, isso anda meio parado, então vamos andar com isso!

estou aqui pra desejar à todo um feliz natal e um ÓTIMO ano novo!

e aqui a minha contribuição para o blog, como todos já imaginavam meu conto de natal de 2007!

espero que vocês gostem!



A neve cai no natal em alguns paises, em outros não, ao contrário faz o maior sol.

Aquela véspera de natal estava sendo como outra qualquer para todos do pequeno vilarejo no Canadá, a neve caia, as lareiras estavam acesas, os perus sendo assados, as casas decoradas e o clássico cheiro de pinho no ar.

Os natais anteriores de Marcel haviam sido coloridos, e cheios de presentes e comidas gostosas, mas algo faltava, aquele calor que o natal de Jack tinha, a familia e os amigos, todos ali, apesar da mesa não ser tão farta e da árvore não estar toda coberta de presentes.

Os dois eram amigos de infancia, agora estavam com dezessete anos cada um, Marcel então aquele ano, decidiu-se por se convidar à passar o natal com a familia de Jack, o garoto não tinha como dizer não, mas já deixou o amigo avisado de que seria algo bem simples, Marcel não ligou, e concordou.


Já eram sete da noite quando Marcel bateu à porta da casa de Jack, sua mãe abriu com um sorriso de bochecha-a-bochecha.

-Boa noite Marcel meu querido! - cumprimentou a senhora, que já tinha uma certa idade.

-Boa noite dona Angela!

-Entre querido, Jack já vai descer ele está terminando de se aprontar lá em cima, fique à vontade! Tio Lou, faça companhia ao amigo de Jack!


Marcel já ouvira falar de Tio Lou antes, ele era o tio-avô de Jack, um homem de já muita idade que havia participado da segunda guerra mundial. O homem parecial meio surreal para Marcel ali ao vivo, ele lembrava um papai-noel um pouco mais gordo do que o normal.

-Venha garoto! Sente-se aqui ao meu lado! Pegue um biscoito! Quer um refresco?!

-Ah, obrigado senhor, estou bem.

-Não me chame de Senhor, me chame de Lou!

-Ah desculpe, Lou.

-Sabe garoto, quando eu tinha a sua idade...

-Tio! Pode parar! Aposto que o Marcel não está muito interessado nas suas histórias!

Era Jack que aparecera atrás de Marcel naquele momento.

-Pois eu aposto que está! Não está Marcel?!

-Eu não me importo de ouvir algumas histórias, Jack.

-Viu Menino?! Ele não se importa!

-Ai Deus!, reclamou Jack.

-Vamos jantar crianças! - chamou dona Angela, animada da cozinha.

-Vamos!, disse Jack puxando Marcel frenéticamente, e o arrastando para um assento bem longe de Tio Lou.

A mesa era bem simples, e cheia de pessoas, no cardápio estava um peru para toda a familia, Dona Angela, os dois irmãos mais novos de Jack e o Tio Lou.

-Bom, vamos fazer graças pessoal, dizia dona Angela juntando as mãos prestes à agradecer, Marcel oservava como todos se concentravam, ele percebia que na árvore de natal não havia mais do que um presente para cada um, os olhos de Marcel se encheram de lágrimas conforme as palavras saiam da boca de Dona Angela, ele pensava consigo mesmo, “essas pessoas são felizes, com o pouco que tem”, os pensamentos passavam cada vez mais rápidos pela sua mente, como ele nunca havia sentido todo aquele amor, e aquele calor, todo aquele sentimento em uma só mesa, o mundo parecia ter parado, ali, parecia que não ia voltar a girar mais, para Marcel, o natal era baseado em presentes, comida, músicas e velhas histórias de milagres natalinos, mas ali ele estava vendo o verdadeiro milagre, diante de seus olhos, o verdadeiro natal estava ali na menor e mais simples casa do vilarejo, a casa que todos os anos não tinha enfeites e luzes cobrindo toda a faixada, ali estava, diante de seus olhos, o amor, a alegria, a verdade, a pureza, e a esperança de que o próximo natal pudesse ser melhor do que aquele, não melhor com mais presentes, mas que nada mudasse, que tudo permanecesse do jeito que era, amor, paz, saúde e esperança.


De que adianta um natal cheio de presentes e boa comida se o verdadeiro espirito do natal não existe?”


Naquele ano, o papai noel voltou às suas roupas originais, azul turquesa, como o céu da melhor noite de natal da vida de Marcel.


Diego Blanco

18 de Dezembro de 2007

sábado, 15 de dezembro de 2007

Agora


Agora já dá pra dizer,

que aquilo me fez crescer,

eu já sei entender,

o porque de tudo acontecer,

eu fiz valer,

você disperdiçou,

e eu só queria um tempo,

só um valor,

mas eu só queria te agradecer,

porque você me fez crescer,

me fez entender,

o quão capaz eu posso ser,

e agora eu posso dizer,

aquilo era pra ser





Diego Blanco

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A deriva

Longe de tudo e de todos.
Puto com o mundo e com os outros
Sem razão qualquer para tal...
Infindável momento banal

Sigo e não sei pra onde
Sego,objetivo bem longe
Se ao menos um alvo ouve-se
Seria um desejo atendido
Minha única prece

Não há lugar
Não há mais tempo
Não há um centro
Nem mesmo amar...



(autor: Luiz Fernando de Almeida)
No centro do universo
Quero mais é percer por amor
Amor que me ganha, me consome
Amor que ganho, consumo
Sonhar eu já não vou
Quero abrir os olhos ao lado teu


Rebecca

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Ela, Rebecca

Não há muito a se dizer, os textos estão maravilhosos!
aproveito para postar um dos meus então, dedicado à alguém mais do que especial na minha vida.

Ela olha para a luz,

Em toda tempestade,

Ela voa como um anjo,

E manda o paraíso pra mim,

Ela tem a alma,

E divide a palavra,

Ela tem o brilho,

E um dia teremos um filho,

Ela tem a esperança,

Em toda a mudança,

O dia dela vai chegar,

E a estrela vai brilhar,

Ela é ela,

Rebecca.



Diego Blanco

Calada insana

Na insana calada da noite,tocou-me o imortal. Sendo triste ao mesmo tempo encantador,com um toque rebrusco,sendo assim a calada já não éras tão minunciosa!


Jéssica Azevedo, uma grande amiga... S2 A quem adoro com todo o meu ser S2

Eddy
Acho que vou fazendo as honras, de 1ª "poeta" convidada postando

E não por acaso num dia bem estranho, acordei cedo, pretendia fazer exercícios, sabe, andar no parque... Estava chovendo, então lá fui eu mergulhar em minhas leituras, voltei a dormir, acordei, comi, dormi, li, dormi, li, talvez não nessa ordem.
Mas de tantas coisas que havia planejado, meu corpo só pensava em dormir e ler, como se ignorasse as ordens da minha mente. Pensando nisso, me senti desmembrada, ou melhor, dividida, é como se o meu corpo fosse uma vontade, e aminha mente outra, e eles nem ao menos conversassem.
Refleti, então como se o meu "eu inteiro" fosse uma 3ª pessoa resolvi tentar reconciliá-los. Agora, só preciso levantar da cama. E percebo então como o “só” de repente se transforma numa ação tão grandiosa.



Te perceber

Pensei em tantas coisas para te dizer

De tantas palavras nenhuma sai da boca
Nenhuma se exibe no papel
Então eu percebo que é quando te rio
Quando te choro
Quando de danço
Quando te amo
é que te vivo
As vezes a unha encravada no dedinho faz a gente lembrar que o nosso dedinho ainda existe

Ana Springer
Olá à todos!Bem-vindos ao novo Blog Saraal D'alma, onde todos poderão expressar suas idéias.à principio a senha do blog estará sendo compartilhada com um número pequeno de pessoas, que postarão cada um seus textos, idéias, ou textos e imagens de seu agrado.Essas pessoas terão todos nome de tela de "Poetas", sendo assim, ao final de cada post, cada um terá de assinar com um nick name ou o seu próprio nome.

Os poetas escalados até o momento são:Diego e Rebecca, do blog http://poetasdalma.blogspot.com

Patricia, Evelyn,Bianca e Ana.

Se alguém se interessar por escrever aqui, e expressar suas idéias pelo blog, por favor entrar em contato com blanco.di@gmail.com ou adicionar no MSN di_ikki@hotmail.comPor enquanto é só!Logo postagens!


Diego