quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Catarina, menina, mulher, dançarina, frentista, malabarista, cientista.
Casada separada, esclarecida, confusa, alienada, estudada, moderninha.
...
Catarina sabia que existem caminhos de duas mãos, os pela contra mão, desvios de avenidas. Sabia que poderia nunca se achar e se atrapalhar. Sabia que tudo podia ser perdição, mas cada passo era como uma explosão de quereres. Onde por mais quieta que estivesse o palpitar não pararia. Era como o profetizado silêncio do olhar, o corpo fica imóvel mas se pode sentir intensamente cada célula do corpo, como se todas elas estivessem a explodir ao mesmo tempo sem a menor alteração.
Ana S.
"Odeio quem me tira da solidão sem me oferecer companhia"
"realmente não sabia se ali haveria espaço para mais alguém que não fosse ela e a sua sombra"
Ana S.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
em homenagem à Helô, e à Christina Aguilera, que sempre me inspira, e que pra mim é um exemplo de guerreira!
Diego Blanco
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Amor?
O que é amor? Você realmente acha que sabe? Ou melhor, você realmente acha que sente?
Acha que simplesmente sentir amor, se apaixonar é assim? Tão simples, e por muitas vezes tão doloroso?
É, talvez seja. Mas quem nos garante? Tantos dizem que o amor é um sentimento lindo, e tão glorioso. Mas que diabos de sentimento tão glorioso é esses que por tantas vezes nos afunda em depressão? Que machuca, que maltrata, que nos mata? Será mesmo esse o amor que tanto falam?
Particularmente, acho que o amor é um sentimento supremo. Algo tão forte, tão mágico. Talvez seja até a cura para o câncer. Imagino que seja um sentimento puro demais para ser usado na situação que estamos. O homem está longe de alcançar tal sentimento seguindo o estilo de vida o qual segue. Enquanto houver guerras, discriminação, violência, ódio, não haverá amor.
Talvez algum dia ainda descobriremos o que é amor de verdade. Ou então, ficaremos por aqui, imaginando como seria se o mundo houvesse amor de verdade.
By Johnny
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
vou tentar bolar algo aqui e agora...
e então isso veio e foi...
assim rápido,
na velocidade da luz,
uma estrela cadente,
um pedido,
uma decepção,
o amor,
a vida,
e o recomeço,
arriscar,
não temer,
brincar e pular,
andar numa estrela cadente,
rápido de mais?
mas eu realmente quero arriscar,
mundos entre mundos,
o meu mundo,
e o seu mundo,
é só pelo fato de eu querer arriscar.
Diego
Então, sem querer se aprofundar em nenhuma palavra que saia de mim, vou postar uma música, nesses tempos de ano novo em que todos fazem mtos planos, em que todos dizem o que querem, vou indo na contra mão e contando o que não quero
Eu não quero ver você cuspindo ódio
Eu não quero ver você fumando ópio, pra sarar a dor
Eu não quero ver você chorar veneno
Não quero beber o teu café pequeno
Eu não quero isso seja lá o que isso for
Eu não quero aquele
Eu não quero aquilo
Peixe na boca do crocodilo
Braço da Vênus de Milo acenando tchau
Não quero medir a altura do tombo
Nem passar agosto esperando setembro, se bem me lembro
O melhor futuro este hoje escuro
O maior desejo da boca é o beijo
Eu não quero ter o tejo escorrendo das mãos
Quero a Guanabara, quero o Rio Nilo
Quero tudo ter, estrela, flor, estilo
Tua língua em meu mamilo água e sal
Nada tenho vez em quando tudo
Tudo quero mais ou menos quanto
Vida vida, noves fora, zero
Quero viver, quero ouvir, quero ver
(Se é assim quero sim, acho que vim pra te ver)